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SEI TU IL FIGLIO
Editora: PIEMME
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Não é fácil para um filho ver seu pai se destruir. Não é fácil perdoar, nem odiar. Emanuele Galesi nos conta, sem retórica, uma história verdadeira, dramática e doce. Quando ele olha para o quarto do hospital, acima da cama vê um homem consumido pelas drogas. Ele sente raiva. Ele se sente cansado, de um cansaço infinito. E se sente envergonhado, porque sabe que para os outros aquela figura emagrecida é apenas um viciado, um pobre homem inútil. Mas para ele é diferente, aquele homem é seu pai. É mais um hospital, mais uma queda. No passado, o pai sempre encontrou a força para sair disso, mesmo que a cada vez tenha sido mais difícil. Ele, que nunca se esquivou do esforço, nem no trabalho, até conseguir manter um, nem nas montanhas, onde com passo firme precedia seu filho quando era criança e depois adolescente. Uma relação, entre os dois, feita de contínuas subtrações, com as drogas erodindo a normalidade de seu vínculo, até a inevitável inversão de papéis. E é novamente o filho quem deve cuidar do pai, mas desta vez é diferente. Desta vez, após a queda, não haverá uma ascensão. Pode ser apenas o fim de tudo, ou pode se tornar uma oportunidade para ir além de suas respectivas feridas e encontrar algo autêntico para salvar. Um romance que, graças ao ponto de vista do protagonista, oferece uma nova leitura do problema da dependência química. Não a angústia de um pai que vê cada possibilidade de futuro para seu filho sendo anulada, mas o desamparo de um filho que deve construir sobre os escombros deixados pelo pai.
| Mecânica: | |
| Categorias: | |
| Nomes alternativos: | |
| BARCODE: | 9788856688368 |
| Isso foi visto 76 vezes | |
Não é fácil para um filho ver seu pai se destruir. Não é fácil perdoar, nem odiar. Emanuele Galesi nos conta, sem retórica, uma história verdadeira, dramática e doce. Quando ele olha para o quarto do hospital, acima da cama vê um homem consumido pelas drogas. Ele sente raiva. Ele se sente cansado, de um cansaço infinito. E se sente envergonhado, porque sabe que para os outros aquela figura emagrecida é apenas um viciado, um pobre homem inútil. Mas para ele é diferente, aquele homem é seu pai. É mais um hospital, mais uma queda. No passado, o pai sempre encontrou a força para sair disso, mesmo que a cada vez tenha sido mais difícil. Ele, que nunca se esquivou do esforço, nem no trabalho, até conseguir manter um, nem nas montanhas, onde com passo firme precedia seu filho quando era criança e depois adolescente. Uma relação, entre os dois, feita de contínuas subtrações, com as drogas erodindo a normalidade de seu vínculo, até a inevitável inversão de papéis. E é novamente o filho quem deve cuidar do pai, mas desta vez é diferente. Desta vez, após a queda, não haverá uma ascensão. Pode ser apenas o fim de tudo, ou pode se tornar uma oportunidade para ir além de suas respectivas feridas e encontrar algo autêntico para salvar. Um romance que, graças ao ponto de vista do protagonista, oferece uma nova leitura do problema da dependência química. Não a angústia de um pai que vê cada possibilidade de futuro para seu filho sendo anulada, mas o desamparo de um filho que deve construir sobre os escombros deixados pelo pai.
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